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Existem dois caminhos para um pedido chegar na Atriby. Eles não competem: uma mesma conta pode usar os dois ao mesmo tempo, e os pedidos convivem nas mesmas telas.

Orders API

Você escreve a integração. O seu backend chama POST /api/v1/orders quando o pedido nasce e PATCH /api/v1/orders/{externalId} quando ele muda de estado. É o caminho descrito no Quickstart e na Orders API. Dá mais trabalho e mais controle: você decide o que é um pedido, quando ele muda e o que enviar.

Plataforma conectada

A plataforma avisa a Atriby sozinha, e você não escreve código. O que muda entre elas é quanto trabalho a configuração dá: A Shopify é a única com autorização de um clique hoje. As outras entregam pelo mesmo caminho e pelas mesmas garantias abaixo — só exigem a URL colada do outro lado. O que é comum a esse caminho:
  • Cada entrega fica gravada como chegou, antes de qualquer processamento. É de lá que sai o reprocessamento quando algo falha, e é isso que aparece em Integrações, na aba Webhooks, como “Eventos recentes”.
  • Entrega repetida não vira venda dobrada. A identidade do pedido na plataforma é a chave; a mesma venda chegando duas vezes atualiza a mesma linha.
  • Pedidos de teste entram e ficam escondidos. Eles existem no banco, e o dashboard os esconde por padrão. Para vê-los, abra Mais filtros e desligue Excluir testes.

Moeda

Um pedido guarda a moeda em que foi vendido e a cotação do dia dele, congelada no momento em que entra. Isso é o que impede que o faturamento de um mês fechado mude quando o câmbio oscila. Quando não há cotação disponível para o dia, o pedido entra assim mesmo, sem taxa, e fica de fora dos totais convertidos. A tela avisa quantos pedidos estão nessa situação, em vez de somar um total silenciosamente menor.